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‘Ilhas flutuantes’: estruturas com plantas e materiais reutilizados ajudam a purificar a água e podem ser usadas no campo

A presença excessiva dessas espécies em rios e lagos, inclusive, indica grande presença de poluentes, como explica Karla Pedra, Coordenadora do Laboratório de Botânica do Ifes.
"Todas essas plantas têm a capacidade de absorver nutrientes da água. Então, a gente tem a retirada de matéria orgânica que pode vir de esgoto, descarga de efluentes de alguma criação, os próprios agrotóxicos."
Ilhas flutuantes em Alegre, Espírito Santo.
Reprodução/TV Gazeta
Técnica pode ser aplicada no campo
A solução despoluidora pode ser aplicada tanto para recuperar o meio ambiente quanto para melhorar a qualidade das águas de propriedades rurais.

Thay Ciara, aluna de Agronomia, explicou que, em algumas produções, o uso de agrotóxicos é comum, o que pode resultar na contaminação do solo e rios.
“A gente tem contaminação desde as cidades, com esgoto, até as produções agrícolas também, onde a gente utiliza venenos para combater as pragas, as doenças que a gente tem no nosso meio agrícola, o que vai influenciar no lençol freático e nas nossas águas”, relata Thay.
Mais do que uma técnica, então, a proposta é mostrar que existem caminhos acessíveis para cuidar da água, como ressalta Léo.
"Ela é mais uma ferramenta, mais uma carta na manga de soluções que a gente busca se inspirar no que a natureza já faz para recriar sistemas que vão melhorar a condição que a gente vive atualmente."
Ilhas flutuantes em Alegre, Espírito Santo.
Reprodução/TV Gazeta
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