Geada cobre vegetação em São Joaquim (SC).
Mycchel Legnaghi/ Divulgação
A primeira onda de frio do inverno tem data para chegar: junto com a nova estação, já no próximo fim de semana. Oficialmente, o inverno tem início no domingo (21) e, com ele, vem também uma onda de baixas temperaturas.
🥶Segundo a Climatempo, os termômetros podem ficar até 10 graus abaixo da média e o fenômeno deve ser estender do Acre ao sul de Goiás. (veja no mapa abaixo)
A expectativa é que o frio mais intenso dure ao menos até o início da semana seguinte.
Primeira onda de frio do inverno começa no domingo (21). Áreas em roxo devem ser as mais afetadas.
Reprodução/Jornal Nacional
Apesar do frio, de maneira oficial, só começar no domingo, a quinta-feira (18) vai ter cara de inverno em boa parte do Centro-Sul do país.
Depois da queda mais acentuada das temperaturas nos últimos dias, a massa de ar frio ainda mantém o amanhecer gelado no Sul, em parte do Sudeste e em áreas de Mato Grosso do Sul. Também pode gear em áreas do interior de Santa Catarina, no sul do Paraná e em pontos do sudeste gaúcho.
Em algumas áreas de serra, as mínimas ficam próximas de 2°C, e há chance de marcas negativas no Rio Grande do Sul. Apesar do frio, o tempo fica mais firme durante boa parte da quinta, com sol entre nuvens em muitas cidades.
A mudança mais importante vem no fim do dia: a chuva começa a voltar pelo extremo oeste do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina e do Paraná.
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Na sexta-feira (19), essa instabilidade deve se espalhar por mais áreas da Região Sul. A chuva avança de oeste para leste e pode atingir os três estados, com risco de pancadas moderadas a fortes, trovoadas e rajadas de vento.
O vento também deve chamar atenção em parte do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina e do Paraná, com rajadas que podem ficar mais intensas em alguns momentos. Mesmo com a chuva, o frio não desaparece.
As tardes seguem amenas, principalmente nas áreas de serra, onde as máximas ficam mais baixas.
☁️ Veja a previsão do tempo na sua cidade
No Sudeste, a quinta-feira também será marcada por frio no começo do dia, principalmente em São Paulo, no sul de Minas Gerais e na Serra da Mantiqueira.
Há condição para geada nos pontos mais altos da Mantiqueira e possibilidade em áreas mais frias do interior paulista e até da Grande São Paulo. A tendência, porém, é de tempo mais estável na maior parte da região, depois da perda de força das instabilidades.
A chuva fica mais restrita a pontos do litoral do Rio de Janeiro, do Espírito Santo e a áreas do leste e nordeste de Minas Gerais, em geral de forma fraca e isolada.
Previsão de temperatura mínima nesta quinta (18) em todo o Brasil.
CPTEC/Inpe
Em São Paulo (SP), a quinta pode começar com nevoeiro e sensação de frio. Depois, o sol aparece entre poucas nuvens, mas a temperatura não sobe muito: a máxima deve ficar em torno de 19°C.
No Rio de Janeiro (RJ), há chance de nevoeiro na madrugada e chuva fraca e rápida em parte do dia, sem expectativa de grandes volumes. A máxima prevista é de 23°C. Em Belo Horizonte (MG), o tempo fica firme, com sol entre poucas nuvens e temperatura perto dos 23°C.
No Centro-Oeste, o ar frio ainda influencia principalmente Mato Grosso do Sul e o sul de Goiás, mas a maior parte da região terá tempo firme.
Em Campo Grande (MS), a quinta deve ter sol e temperatura mais amena, com máxima perto de 25°C. Já Cuiabá (MT) volta a ter calor mais intenso, com máxima prevista de 34°C. Já a faixa litorânea ainda recebe umidade do oceano, o que favorece chuva em alguns momentos do dia. As pancadas podem atingir trechos entre Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia.
No litoral baiano, especialmente entre Salvador e Ilhéus, há condição para chuva moderada a forte. No litoral do Maranhão e do Ceará, a chuva também pode ganhar força por influência da umidade na faixa norte do país.
No Norte, o calor e a umidade continuam ditando o tempo. A quinta deve ter pancadas de chuva no Amazonas, em Roraima, no Amapá, em parte do Pará, no Acre e em Rondônia.
As chuvas ocorrem principalmente entre a tarde e a noite e podem vir acompanhadas de trovoadas. O risco de temporais fica mais concentrado no extremo norte do Amazonas e no oeste de Roraima.





