Irmãs são condenadas pela morte de empresário em Araguaína
A técnica de enfermagem Rejane Mendes da Silva, de 45 anos, foi condenada a mais de 24 anos de prisão pelo homicídio de José Paulo Couto, de 75 anos, com quem alegou ter um relacionamento. O caso aconteceu em julho de 2025 e o corpo do empresário foi encontrado embaixo de uma ponte, em Araguaína.
O g1 pediu posicionamento da defesa de Rejane, mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem. Lindiana Mendes da Silva, irmã de Rejane, foi condenada a um ano de prisão por ter ajudado na ocultação do cadáver. A defesa dela afirmou que irá recorrer da decisão.
As irmãs foram a júri popular na terça-feira (16). A audiência teve início às 8h na 1ª Vara Criminal de Araguaína e a sentença foi proferida às 21h30 pelo juiz Carlos Roberto de Sousa Dutra.
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De acordo com a decisão, Rejane foi responsabilizada por homicídio qualificado, furto, adulteração de veículo e ocultação de cadáver. A Justiça também fixou indenização mínima de R$ 5 mil por danos morais aos familiares da vítima.
O documento destaca que o empresário sofreu antes de morrer, pois foi atacado enquanto estava imobilizado. Durante a discussão que resultou no homicídio, a mulher amarrou José Paulo pelo pescoço e pelos braços, utilizou uma faca para golpeá-lo e provocou a morte por asfixia.
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José Paulo Couto e Rejane Mendes
Reprodução/TV Anhanguera
O Tribunal do Júri reconheceu a autoria e a materialidade dos crimes e considerou a existência de circunstâncias qualificadoras, como motivo torpe e uso de meio cruel.





