Veja ponte onde jovem morreu após ser lançada sem corda em rope jump
Uma enfermeira de 26 anos, que aguardava para saltar de rope jump, afirmou que foi a primeira a prestar socorro à jovem que morreu após ser arremessada da ponte sem a corda principal de segurança. O caso foi neste sábado (13), na zona rural de Limeira (SP).
Em depoimento à Polícia Civil, a enfermeira afirmou que seria a 42ª pessoa a saltar no dia. Com o celular em mãos, a profissional de saúde filmava a preparação da jovem.
"Eu ia mandar para uma tia minha [.] Eu não consegui ouvir [o que falavam] porque estava na expectativa de que eu iria pular [.] Eu só estava olhando ela, nem olhei como que eles colocaram as coisas [.] Quando ela cai, começo a ouvir todo mundo falando: 'a corda, a corda'", relata a testemunha.
🔎 O rope jump é uma modalidade que usa cordas estáticas, sem elasticidade, e após a queda faz um movimento de balanço, como um pêndulo. No bungee jump, modalidade mais conhecida, a corda elástica faz a pessoa cair e quicar para cima e para baixo repetidas vezes.
Ao perceber o ocorrido e o desespero do amigo da vítima, que a acompanhava na plataforma, a enfermeira afirmou que o pediu para que a levassem até Maria Eduarda para os primeiros socorros.
Sinais vitais Segundo a enfermeira, Maria Eduarda estava com fraca, mas sinais vitais após a queda. "Ela estava dando aquele suspiro de pós-morte [.] Eu peguei, chequei, ela estava com um pulso bem fraco. Eu comecei a massagem e parou [o pulso]”, conta.
A enfermeira afirmou à polícia que Maria Eduarda estava com um equipamento de segurança preso à barriga, mas sem o uso da corda principal. Ela ainda disse que permaneceu prestando os primeiros socorros até a chegada da ambulância, e que precisou cortar o restante do equipamento da empresa para tentar utilizar o desfibrilador, sem sucesso.





