Matt Freese atuando pela seleção dos EUA, à esquerda, e na formatura em Harvard, à direita.
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A seleção dos Estados Unidos estreou na noite da sexta-feira (12) na Copa do Mundo 2026 e contou com uma defesa literalmente graduada.
Tostão
Tostão
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Outro nome histórico do futebol brasileiro, o atacante Tostão também se formou em medicina após sua aposentadoria precoce, com somente 26 anos.
Ele foi destaque na Copa de 1970, sendo titular em todas as partidas e marcando dois gols.
Sua saída do futebol foi motivada por um chute no olho, que, ainda que com algumas tentativas de recuperação, poderia deixá-lo cego. A lesão foi também o que motivou sua especialização na medicina: a oftalmologia.
Steve Coppell
Steve Coppell em 2006.
Ashley Ledran/Wikimedia Commons
O ponta inglês Steve Coppell foi outro que conciliou o esporte com a formação acadêmica. De acordo com a Fifa, ele começou sua trajetória no futebol "conciliando a carreira de jogador no Tranmere Rovers, clube da segunda divisão inglesa, com a graduação em economia na Universidade de Liverpool".
Em 1975, ele aceitou se transferir para o Manchester United, mas só sob a condição de que pudesse concluir seus estudos.
Apesar de ter sofrido uma grave lesão na preparação para a Copa do Mundo de 1982, na Espanha, conseguiu ser convocado e participar de todas as partidas.
Jens Lehmann
Jens Lehmann em jogo beneficente em 2019.
Sven Mandel/Wikimedia Commons
Durante sua trajetória nas categorias de base, o goleiro alemão Jens Lehmann estudava economia na Universidade de Münster.
Ele foi reserva de Oliver Kahn em 1998 e 2002. Já em 2006, se destacou na Copa do Mundo da Alemanha, ao consultar uma cola antes dos pênaltis contra a Argentina, nas quartas de final.





