Jovem amarra celular a balões de gás hélio faz vídeo a 3 km de altura
Um estudante de engenharia de computação conseguiu registrar imagens de Goiânia a mais de 3 mil metros de altitude após prender um celular a balões de gás hélio e lançar o equipamento ao céu (veja o vídeo acima). Por fim, o jovem ainda conseguiu recuperar o telefone.
Mesmo após a queda de aproximadamente 3,7 mil metros, o aparelho continuou funcionando.
“Foi nesse momento que percebemos que o balão não tinha estourado, mas sim o celular se desprendeu do balão. Ou seja, ele sobreviveu uma queda livre de 3700 m de altura”, relatou em vídeo publicado nas redes sociais.
Estudante de engenharia usa balão e celular para filmar Goiânia do alto
Segundo Pedro, os dados coletados podem ser utilizados em projetos de ciência de dados. O estudante também pretende realizar novos experimentos. O próximo passo é utilizar um balão meteorológico capaz de alcançar até 30 quilômetros de altitude e registrar imagens da estratosfera.
Em entrevista à TV Anhanguera, o advogado especialista em Direito Aeronáutico Georges Ferreira afirmou que pesquisas e lançamentos de balões não tripulados devem ser precedidos de autorização do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA).
“Obviamente, né, que nós não podemos desestimular a ciência. Nós não podemos desestimular a pesquisa, ainda que isso seja feito de forma individual e de maneira pessoal. Mesmo assim, toda e qualquer pesquisa, qualquer lançamento de balão não tripulado, ele deve ser precedido da autorização do Departamento de Controle do Espaço Aéreo. E isso é algo mandatório”, afirmou.
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