Na quarta-feira (3), o Departamento de Estado dos EUA anunciou que Israel e Líbano haviam concordado com um cessar-fogo. No entanto, na quinta-feira (4), ataques israelenses mataram pelo menos quatro pessoas em território libanês.
Em pronunciamento, também na quinta, o chefe do grupo extremista Hezbollah rejeitou o acordo anunciado em Washington. Naim Qassem disse que, enquanto aldeias libanesas forem bombardeadas e pessoas forem mortas, o norte de Israel não estará seguro:
"As negociações com Israel são vergonhosas. Só nos importamos com um cessar-fogo completo e a retirada de Israel do sul. Enquanto Israel estiver no Líbano, a resistência continuará".
Fumaça sobe do sul do Líbano após um ataque israelense nesta sexta (5)
REUTERS/Stringer
Os ataques israelenses no Líbano mataram 3.526 pessoas desde o início do conflito, em 2 de março, e deslocaram mais de um milhão de moradores, segundo as autoridades.
Do lado israelense, 27 soldados e um prestador de serviços civil morreram no Líbano.





