“Adolescentes e crianças não possuem privacidade no uso de aparelhos eletrônicos e redes sociais. O ambiente virtual é rastreável e tudo fica registrado. É fundamental que as famílias orientem e monitorem seus jovens para evitar que participem de grupos inadequados ou compartilhem conteúdos criminosos”, disse.
Ela destacou ainda que as escolas devem estar atentas a mudanças de comportamento dos alunos, como sinais de isolamento ou atitudes agressivas.
“O bullying e o cyberbullying podem gerar mágoas, mas isso não dá direito de agredir ninguém. É preciso que os jovens busquem ajuda de responsáveis ou professores de confiança”, completou.
Os materiais apreendidos, incluindo celulares e conteúdos digitais, serão analisados pela Polícia Civil. O objetivo é identificar se houve influência sobre outros colegas e se os adolescentes participavam de grupos maiores.
Pertences e celulares dos adolescentes foram apreendidos pela polícia.
Polícia Civil/Divulgação
Atividade ilegal é investigada por meio da Deiai.
Isadora Pereira/g1
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