Segundo a Polícia Civil, o veículo do advogado foi encontrado com várias perfurações de arma de fogo. A vítima foi alvejada com três tiros e morreu no local.
Durante as investigações, a Polícia Civil apontou o empresário Raimundo Nonato Araújo de Sousa, conhecido como Magno, como suspeito de ser o mandante da execução do advogado. À época, a Justiça de Grajaú decretou a prisão preventiva dele.
O empresário chegou a ser preso, em 2022, em uma operação policial que investigava crimes em Itaipava do Grajaú. Na época, a polícia encontrou e apreendeu armas de fogo e munições na casa de Raimundo Nonato. Raimundo Nonato está foragido.
Empresário Raimundo Nonato Araújo é o suspeito de ser o mandante do crime
Reprodução/TV Mirante
Em outubro de 2023, um homem de 61 anos foi preso suspeito de envolvimento no assassinato do advogado. De acordo com a polícia, o homem teria feito o resgate do executor após o crime e o levado para uma fazenda na qual é proprietário, na reserva indígena Cana Brava. Na região, a dupla é conhecida por andar sempre portando armas de fogo, sendo temida pela população.
Durante o cumprimento de mandados de busca e apreensão, o investigado foi flagrado em posse de uma espingarda calibre .20, o que também resultou em sua prisão em flagrante. Após as providências legais, ele foi encaminhado para a Unidade Prisional de Grajaú.
Em um segundo endereço, pertencente a um outro suspeito, que não foi localizado, os policiais também localizaram duas armas de fogo, duas espingardas calibres .28 e .12.
OAB acompanha as investigações A Ordem dos Advogados do Brasil no Maranhão (OAB-MA) acompanha as investigações sobre o assassinato de Ricardo Luz desde a época do crime. Representantes da Comissão de Assistência, Defesa e Prerrogativas do Advogado e da Comissão de Segurança Pública e Cidadania da Seccional já se reuniram com o delegado-geral da Polícia Civil do Maranhão, Jair Paiva, para tratar do andamento do caso.
A OAB-MA também realizou uma campanha para divulgar a imagem do suposto mandante, com o objetivo de auxiliar nas buscas e contribuir para a elucidação do crime.
Na ocasião, os nomes dos executores e o número de pessoas envolvidas no assassinato não foram divulgados. Agora, segundo a Polícia Civil, o homem preso em Bacabal é investigado por suposta participação no crime na condição de executor.
As investigações continuam sob responsabilidade da Polícia Civil do Maranhão.





