O presidente dos EUA, Donald Trump, fala com a imprensa ao lado do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, em 29 de dezembro de 2025
REUTERS/Jonathan Ernst
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reconheceu nesta quarta-feira (3) que falou ao telefone com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, "de forma raivosa" no fim de semana, durante uma conversa em que o norte-americano tentou pressionar Netanyahu para parar de atacar o Líbano.
Na terça-feira (2), o site de notícias norte-americano Axios afirmou que Trump chamou o premiê israelense de "louco" no telefonema e disse que Netanyahu só não estava preso graças aos EUA — ele tem um mandado de prisão internacional expedido pelo Tribunal de Haia.
Questionado sobre a discussão, Trump admitiu que os dois travaram uma discussão. "Fiquei um pouco perturbado com as constantes brigas dele com o Líbano, sabe?", disse o norte-americano em entrevista ao podcast norte-americano "Pod Force One" nesta manhã.
Depois, no entanto, ele disse que "se dá muito bem" com o primeiro-ministro isralense.
👉 Trump se referia aos constantes ataques que Israel tem feito ao Líbano em meio ao cessar-fogo em vigor no conflito do Oriente Médio. O Paquistão, que media as negociações, e o Irã insistem em que o Líbano estava contemplado na trégua, enquanto EUA e Israel insistem que apenas ataques ao Esta reportagem está em atualização.





