A mensagem dizia que as conversas trataram dos “esforços dos EUA para combater ameaças que minam a segurança, a estabilidade e a democracia em nosso hemisfério”.
O ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez, afirmou que qualquer ação militar provocaria um “banho de sangue”, com mortes de cubanos e americanos.
Trump também ampliou a pressão econômica sobre a ilha ao ameaçar impor tarifas a países que fornecem combustível a Cuba. A medida agravou a crise energética no país, marcada por apagões frequentes e pelo enfraquecimento da economia.
Especialistas afirmam que a instabilidade em Cuba aumenta o risco de uma nova crise migratória.
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