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Fluxo Oculto: fintech apontada como ‘duto financeiro’ da máfia do nafta movimentou R$ 1,2 bilhão

Operação Carbono Oculto: segunda fase mira novo esquema de lavagem de dinheiro do PCC
Uma fintech apontada como um dos principais "dutos financeiros" no esquema do Primeiro Comando da Capital (PCC) para lavar dinheiro da sonegação de impostos no setor de combustíveis movimentou R$ 1,2 bilhão, segundo investigação do Ministério Público de São Paulo.
A Smart Solutions estava entre os alvos nesta quinta-feira (28) da Operação Fluxo Oculto, que é uma continuação da Operação Carbono Oculto, realizada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e pela Receita Federal para apurar a chamada "máfia do nafta".
Foram cumpridos cerca de 60 mandados de busca e apreensão em cinco estados: São Paulo, Paraná, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul.
Segundo o Gaeco, a Smart Solutions fazia parte de um sofisticado sistema de movimentação financeira usado para ocultar a origem do dinheiro, dificultar o rastreamento bancário e blindar patrimônios ligados à organização criminosa. Entre 2022 e 2025, somente com o BK BANK as operações chegaram a R$ 1,2 bilhão.

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