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Parada LGBT+ deve movimentar R$ 82 milhões a menos na economia de SP após perda de patrocínio, diz Associação Comercial

Especialistas ouvidos pelo g1 classificam a proposta como inconstitucional e discriminatória. Para o advogado Flávio Crocce Caetano, presidente da Comissão de Direito Constitucional da OAB-SP, o projeto cria restrições direcionadas exclusivamente à população LGBTQIA+.
“Não se pode proibir que crianças e adolescentes, cuja responsabilidade é dos pais, participem de eventos como esse. Quem decide o que é bom para os filhos são os seus pais”, afirmou.
Pais gays orgulhosos exibem filhos durante a Parada do Orgulho LGBT+ em São Paulo, neste domingo, 22 de junho de 2026.
Luiz Gabriel Franco/g1

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