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Terceirização das UPAs de Palmas: entenda investigação da Polícia Civil

Contratos de terceirização das UPAs são alvo de operação da Polícia Civil em Palmas
A investigação da Polícia Civil sobre a tercerização das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) de Palmas envolve indícios de direcionamento da contratação, produção de documentos com datas suspeitas e possível falsidade ideológica dentro do processo administrativo. Nesta quinta-feira (21), servidores públicos do município e foram alvo de buscas durante a operação Falsa Emergência.
A terceirização das UPAs Norte e Sul de Palmas começou em março de 2026. Na ocasião, a Prefeitura anunciou um contrato de R$ 139 milhões com a Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Itatiba. O contrato chegou a ser suspenso pela Justiça do Tocantins, mas foi liberado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).
📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp Um dos elementos apurados pela polícia é a possível utilização de um carro de luxo como forma indireta de pagamento de propina para um assessor especial que integra a comissão técnica da Secretaria Municipal da Saúde de Palmas (Semus). Ele foi responsável por assinar documentos essenciais para a contratação da Santa Casa.

A investigação apurou que o veículo está no nome de uma empresária, investigada por suspeita de fraude na saúde durante a pandemia de Covid-19. Ela também foi alvo de buscas da operação Falsa Emergência.
A polícia afirma que o carro é alugado e custa mais de R$ 9,5 mil por mês. Em dois anos de contrato, o valor supera R$ 228 mil. Para os investigadores, essa despesa é incompatível com o salário do servidor investigado.
A polícia apurou que a locação do carro aconteceu exatamente um dia antes de a secretaria dispensar o chamamento público para terceirização dos serviços.
Além do servidor e da empresária, policiais também cumpriram mandado no endereço da secretária de Saúde Dhieine Caminski e mais quatro servidores que teriam participado do processo.
A Semus informou, em nota, que não teve acesso ao objeto completo da investigação, mas disse que as mudanças vêm sendo realizadas em conformidade com a legislação e permanece à disposição da Justiça (veja nota completa abaixo).

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