Ypê diz que vai reembolsar consumidores por produtos suspensos pela Anvisa
As adequações nas linhas de produção da Ypê que tiveram as atividades suspensas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) vão custar R$ 130 milhões.
De acordo com a empresa, o plano está sendo executado em conjunto com a agência, com previsão de conclusão até 2027. Em nota, a Ypê afirmou que “mais da metade das ações previstas já foi entregue”.
O caso começou após inspeções realizadas na fábrica em Amparo (SP), em conjunto com órgãos de vigilância sanitária paulista.
A Anvisa informou que foram identificadas falhas em etapas críticas do processo produtivo, incluindo problemas nos sistemas de controle de qualidade, equipamentos com sinais de corrosão e armazenamento inadequado de resíduos.
A agência determinou a suspensão da produção, venda e uso de todos os lotes de detergentes lava-louças, sabões líquidos para roupas e desinfetantes cujos códigos terminam com o número 1.
Caso Ypê: empresa pede que produtos afetados não sejam usados e reafirma reembolso
O complexo industrial da Ypê em Amparo é o maior da empresa e conta com oito unidades de fabricação. Duas seguem paralisadas: uma de detergentes e outra de lava-roupas líquidos e desinfetantes. As demais continuam operando normalmente.
Cerca de 400 funcionários trabalham nos três turnos nas plantas afetadas e seguem em atividade, segundo a empresa. Não houve demissões.
Produtos pertencem a lotes cuja numeração termina com o número 1
Reprodução/EPTV
Reembolso
A Ypê orientou os consumidores, na noite desta terça-feira (19), a não usar nem descartar os produtos suspensos pela Anvisa. A empresa também reafirmou que os clientes podem pedir o reembolso dos itens.





