Cerca de 10 crianças, entre elas filhos de Miranda, participaram da pintura. Muitos dos participantes, pela primeira vez, viveram a tradição das ruas pintadas para a Copa, comum em muitos bairros brasileiros nas décadas de 1990 e 2000.
“Desde a infância, do tamanho das minhas crianças, eu venho fazendo os murais. Eu resolvi trazer as crianças pra rua como era antigamente”, contou o artista.
Segundo ele, a proposta surgiu da vontade de resgatar o clima das antigas Copas do Mundo, quando moradores se reuniam para enfeitar as ruas e acompanhar os jogos juntos.





