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Justiça rejeita nova denúncia do MP contra vice-prefeito de Rio Preto por injúria racial contra segurança do Palmeiras

Justiça rejeita nova denúncia do MP contra vice-prefeito de Rio Preto por injúria racial
A Justiça de Mirassol (SP) rejeitou um novo pedido de denúncia feito pelo Ministério Público (MP) contra o vice-prefeito de Rio Preto, Fábio Marcondes (PL), no caso de suspeita de injúria racial contra um segurança do Palmeiras, ocorrido em 2025. A juíza Natália Berti entendeu que a nova tentativa do MP buscava corrigir uma denúncia inicial que não tinha provas suficientes.
A nova tentativa de denúncia foi apresentada no fim de abril pelo promotor José Silvio Codgno. Segundo a decisão, o promotor não considerou o relatório da Polícia Civil que utilizou inteligência artificial para transcrever a suposta ofensa dita por Marcondes ao segurança.
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Ao rejeitar o pedido, a juíza Natália Berti argumentou que aceitar novas informações neste momento significaria validar um processo que, segundo ela, começou sem provas suficientes. A magistrada também determinou que, caso o MP queira apresentar uma nova denúncia com base em novas provas, isso deverá ser feito em um processo separado.

Vice-prefeito de Rio Preto, Fábio Marcondes (PL), é investigado por injúria racial após xingar segurança do Palmeiras
Reprodução/TV Globo
O caso investiga uma suposta injúria racial que teria sido cometida por Fábio Marcondes contra um segurança do Palmeiras, após uma partida pelo Campeonato Paulista no ano passado. A primeira denúncia do Ministério Público sobre o mesmo fato já havia sido rejeitada pela Justiça por falta de provas.
O Ministério Público poderá recorrer da decisão ou apresentar uma nova denúncia. Em nota, o órgão afirmou que, dentro do prazo legal, analisará toda a fundamentação utilizada, a fim de verificar a possibilidade de eventual recurso junto à instância superior.
Confusão após jogo
Segurança do Palmeiras é vítima de injúria racial em Mirassol
Fábio Marcondes (PL) foi acusado de injúria racial por ter chamado um segurança do Palmeiras de “macaco” durante uma confusão em Mirassol (SP), em fevereiro de 2025. O caso havia sido suspenso no início de abril deste ano, após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) mandar retirar dos autos um relatório da Polícia Civil elaborado com uso de Inteligência Artificial. Pouco tempo depois, o processo foi retomado.

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