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Relatos expõem violência contra população LGBTQIAPN+ na região de Campinas: ‘Respeito tem que ser um direito’

Denúncias de violência contra LGBTQIA+ sobem 70% no estado de SP em 2026
“Ele já desceu me arrastando pelo cabelo e começou a proferir palavras de agressão”, contou o cabeleireiro Tony Lima sobre a agressão sofrida na rua após um problema com o carro em Vinhedo (SP).

Ele relatou que, ao parar o veículo, foi abordado por um homem que se identificou como policial. Segundo Tony, outras pessoas que estavam no local intervieram: “Quando a população começou a me defender, ele abaixou o tom e fugiu”.
Mesmo abalado, ele decidiu denunciar o caso. Para o cabeleireiro, tornar a agressão pública é uma forma de cobrar mudanças.

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