Dados estaduais apontam que casos da doença do "osso de vidro" têm se tornado mais comuns
Conviver com o risco constante de fraturas faz parte da rotina de Miguel Santos Cartezzani, de 14 anos, que mora com a família em Paulínia (SP). Ele foi diagnosticado ainda durante a gestação com osteogênese imperfeita — condição genética conhecida como “doença dos ossos de vidro”.
O adolescente já passou por cinco cirurgias ao longo da vida para corrigir deformidades e reduzir o risco de novas fraturas. Mesmo com as limitações, Miguel diz que sempre tentou ter uma infância parecida com a de outras crianças.
“Eu podia fraturar, e eu brincava, mas para o meu jeito. Jogava bola para o meu jeito, aqui em casa, mas assim, tudo com cuidado e sabendo o risco de fraturas”, contou.





