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Bailarino de 10 anos é o mais jovem brasileiro a competir em um dos maiores festivais de dança do mundo em 2026

Bailarino é o brasileiro mais jovem em festival internacional de dança em 2026
Aos 10 anos, Eduardo Milward, morador de Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira, é o bailarino brasileiro mais novo a participar da final do Youth America Grand Prix (YAGP) na edição de 2026, uma das maiores competições de balé e dança contemporânea do mundo.
O festival começa nesta segunda-feira (11), em Houston, no Texas, nos Estados Unidos, e reúne jovens bailarinos de diversos países que se destacaram nas seletivas realizadas em diferentes partes do mundo.

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🔎 O YAGP é uma das mais prestigiadas competições internacionais de balé e dança contemporânea para jovens entre 9 e 19 anos. O evento é reconhecido por revelar talentos da dança mundial e conectar participantes a importantes escolas e companhias internacionais.

Eduardo Milward é o bailarino brasileiro mais jovem a participar da final do Youth America Grand Prix 2026
AT Fotografia/Divulgação O mineiro compete na categoria Pre Competitive, para meninos, com um solo de balé clássico de repertório e um solo de dança contemporânea.
Eduardo embarca para os Estados Unidos acompanhado da mãe, Raphaella Milward, que também é professora dele na Corpus Núcleo de Dança, escola fundada pela avó materna do menino, Denise Milward.
“Nossa expectativa é que seja uma experiência leve e feliz para ele. Só de estar entre os melhores do mundo já é uma conquista enorme. Queremos que ele viva esse momento, entre no palco com segurança e mostre para o mundo que a dança existe dentro dele”, afirmou Raphaella.

Animado com a oportunidade, Eduardo contou ao g1 a felicidade de representar Juiz de Fora, Minas Gerais, cidade natal, na competição.
“Fiquei orgulhoso de mim mesmo por ter conseguido e também por representar minha escola. Quando soube, comecei a pular de felicidade”, disse.

Eduardo Milward na seletiva para a final do Youth America Grand Prix (YAGP) 2026
Arquivo Pessoal
'O que mais gosto de fazer é dançar'
Eduardo representa a terceira geração de artistas da família. Para Raphaella, ver a arte ultrapassar gerações tem um significado especial.
“Eduardo sempre dançou. Cresceu em uma casa cheia de arte e música. Ia comigo para a escola de dança, assistia às aulas e repetia tudo em casa. Foi algo muito espontâneo e natural", contou a mãe.
Assim como para a família, a arte se tornou uma paixão para Eduardo. O contato mais intenso com o balé começou aos 8 anos, mas a dança já fazia parte da vida dele desde muito pequeno.

“O que eu mais gosto de fazer é dançar. Quando estou triste e danço, fico feliz. Desde a primeira apresentação, sabia que era isso que queria para a vida: ser artista profissional”, explicou Eduardo.
Desafios e disciplina
Eduardo representa a terceira geração de artistas da família, ao lado da mãe e da avó
Arquivo Pessoal
Para alcançar o sonho de viver da dança, a rotina do menino exige disciplina. Eduardo acorda às 6h15 para ir à escola, almoça, segue para os ensaios e retorna para casa apenas à noite.
“Não é fácil. Ele conta com aulas particulares nos intervalos dos ensaios para conseguir conciliar os estudos e a dança”, contou a mãe.
Para o jovem, todo o esforço vale a pena. “O balé exige muita técnica, mas o que mais gosto são os desafios”.
Além dos treinos diários, ele participa de festivais em diferentes cidades e já acumula conquistas em competições de dança.
Sonhos para o futuro
Eduardo em sala de aula em Juiz de Fora
Camila Borges/Divulgação
Com pouca idade, Eduardo sonha alto. Um dos principais objetivos é disputar o Prix de Lausanne aos 15 anos, competição considerada por muitos como a ‘Olimpíada do balé’.

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