Um pesquisador americano desenvolveu uma tecnologia que permite que os usuários controlem suas músicas através do sorriso, expressões faciais e movimentos de cabeça. A novidade pode ser útil para pessoas com algum tipo de limitação motora e até mesmo para usuários que estejam com as mãos ocupadas, como quando estão dirigindo ou praticando exercícios físicos. Lista traz cinco fones de ouvido Bluetooth para praticar esportes Um simples sorriso movimenta, no mínimo, 12 músculos faciais. Já uma gargalhada, por exemplo, chega a ativar até 73 músculos em diferentes regiões, como olhos, testa, pescoço e também ouvidos. Fone de ouvido Bravo vem com design premium com conchas revestidas (Foto: Divulgação/Sharkk) (Foto: Fone de ouvido Bravo vem com design premium com conchas revestidas (Foto: Divulgação/Sharkk)) TechTudo Sabendo deste fato, o pesquisador criou um protótipo de fone de ouvido que pode reconhecer esses movimentos musculares e transformá-los em comandos para o seu smartphone. Tecnologia permite controlar música através das expressões faciais (Foto: Divulgação) TechTudo Os fones são dotados de eletrodos especiais que criam um campo elétrico e que, através dele, reconhecem o formato do canal auricular. Sempre que a pessoa fizer alguma expressão facial ou movimento com a cabeça, o formato do canal é alterado e, por meio disso, os eletrodos sabem quando o usuário está rindo, por exemplo. Protótipo de fones de ouvido podem reconhecer até 5 movimentos dos músculos da face (Foto: Reprodução/Felipe Alencar) TechTudo Até o momento esta tecnologia é capaz de reconhecer cinco expressões faciais: sorriso, piscar de olhos, fazendo o som de “shhh”, abrindo a boca e virando a cabeça para o lado. A precisão dos eletrodos é de cerca de 90%. Com isso, você pode configurar o smartphone para que cada movimento execute uma ação no celular, como por exemplo, abrir textos, iniciar e pausar músicas, dentre outros. Tudo isso sem usar as mãos. Assista ao vídeo Os fones ainda não estão à venda e o desenvolvedor não pretende que sua criação seja uma substituta da atual tecnologia, mas sim um complemento. Via The Verge saiba mais





