Fonte original: G1 Política
A base do governo na Câmara articula a retirada da previsão de socorro da União a a bancos em crise sem aval do Congresso de um projeto sobre uma nova resolução bancária.
A proposta está na pauta da Casa presidida por Hugo Motta (Republicanos-PB) e pode ser votada nesta quarta-feira (18).
A retirada do socorro da União sem autorização do Congresso seria uma derrota para o Ministério da Fazenda, que defende a medida.
O projeto, enviado ao Congresso pelo governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), voltou a tramitar após a crise de insolvência do Banco Master. No texto, há previsão para empréstimos da União para bancos em crise.
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Segundo o texto, em situações em que a inviabilidade dos bancos configure risco de crise sistêmica, risco de ameaça à solidez ou impacte a estabilidade ou o funcionamento regular do Sistema Financeiro Nacional, o Conselho Monetário Nacional poderá aprovar, por meio de norma infralegal, a realização de empréstimos da União.
O entendimento da Fazenda, é que a autorização do Congresso poderia retardar o socorro a bancos em um momento de crise que demandaria resposta rápida. Mas o tema repercutiu mal entre os partidos de esquerda.
Apesar do posicionamento da Fazenda, a base governista é contra o socorro desde que o projeto entrou em pauta.
“Quando o banco tem lucro, ele não distribui. Quando o banco tem prejuízo a sociedade paga a conta?”, afirmou o líder do PT, Pedro Uczai (SC).
“Se o relator não retirar e…




