Policiais presos no RJ cobraram R$ 1,5 milhão de chefe do CV para encerrar investigação

Fonte original: G1 Política

Policiais presos presos na última terça-feira (10 ) na 2ª fase da Operação Anomalia da Polícia Federal cobraram R$ 1,5 milhão de chefe do Comando Vermelho (CV) para encerrar investigação.
O delegado Marcus Henrique de Oliveira Alves, o comissário Franklin José de Oliveira Alves e o oficial de cartório Leandro Moutinho de Deus teriam exigido essa quantia do traficante Gabriel Dias de Oliveira, conhecido como “Índio do Lixão”. O objetivo dessa exigência era o encerramento de um procedimento investigativo em trâmite na 44ª Delegacia Policial (Inhaúma), da qual Marcus Henrique era o titular.
Para forçar o pagamento da propina, Franklin e Marcus Henrique assinaram e emitiram intimações policiais destinadas a pessoas próximas ao traficante, como sua esposa, irmão e um amigo. Segundo a investigação, essas intimações foram utilizadas como instrumento de pressão e coação no esquema de extorsão.
A investigação da Polícia Federal apontou três núcleos de atuação:
1. Núcleo de Policiais Civis e Intermediários
O grupo é investigado por crimes como extorsão majorada e obstrução de investigação. Os alvos de prisão preventiva e afastamento de funções são:
Marcus Henrique de Oliveira Alves: Delegado da Polícia Civil.
Franklin Jose de Oliveira Alves: Comissário da Polícia Civil.
Leandro Moutinho de Deus: Oficial de cartório da Polícia Civil.
Luiz Eduardo Cunha Gonçalves (vulgo “DUDU”): Ex-assessor parlamentar que atuava na intermediação de vantagens indevidas.
2. Núcleo de Favorecimento a G…

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