Fonte original: G1 Política
CPMI do INSS quebra sigilo de Lulinha
Com os sigilos de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, quebrados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e pela CPI do INSS, interlocutores do filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) têm feito uma defesa política do governo, ao mesmo tempo em que, no campo jurídico, sustentam que não existem provas concretas contra Lulinha.
“Importante destacar que o presidente Lula deixa a Polícia Federal investigar”, disse ao g1 uma pessoa próxima de Lulinha.
Esse argumento virou um mantra também entre políticos da base governista, que buscam marcar posição diferenciando Lula do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Questionado pela reportagem sobre as suspeitas contra Lulinha, um deputado federal do PT respondeu que, no governo anterior, “o presidente trocava delegados da Polícia Federal (PF) para defender a família” — em referência a uma denúncia feita em 2020 por Sergio Moro (União-PR), então ministro da Justiça e atualmente senador, contra Bolsonaro.
📫 A defesa política ganhou força depois que a quebra dos sigilos bancário, fiscal e telemático (de e-mails e nuvens) de Lulinha aumentou a pressão sobre o governo e sobre o próprio filho do presidente.
O advogado de Lulinha, Guilherme Suguimori Santos, disse em nota nesta semana que, “diante da incessante campanha midiática reproduzindo dados parciais e sigilosos” da investigação das fraudes no INSS, pediu acesso ao inquérito que investiga as fraudes.
O inquérito tramita na Suprema…




