Fonte original: G1 DF
Tribunal de Contas tem 9 processos para apurar o tamanho do rombo no BRB
Em busca de aportes bilionários para reforçar o patrimônio do Banco de Brasília (BRB) (entenda abaixo), o governo do Distrito Federal não poderá usar a União como garantidora de um eventual empréstimo.
Isso, porque o DF está com nota baixa em Capacidade de Pagamento (Capag), um indicador usado pelo Tesouro Nacional para avaliar a saúde financeira de estados, municípios e da capital federal.
O Capag se baseia em critérios de endividamento, poupança e liquidez (veja detalhes abaixo) que, juntos, definem a “saúde fiscal” de cada ente. Na prática, indicam o risco de aquele governo dar o calote em um empréstimo.
➡️A União só entra como avalista em empréstimos de Estados e municípios que tenham nota alta (A ou B).
➡️O DF tinha nota B em 2023 e 2024, mas caiu para C na avaliação feita em 2025 e divulgada no início deste mês.
Com isso, o DF perdeu a garantia da União para novas operações de crédito.
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Jornal Nacional/ Reprodução
O que isso significa?
A União é o avalista mais sólido possível para um empréstimo, por ter ampla capacidade de honrar o pagamento. Só em 2025, o governo federal pagou R$ 11,1 bilhões em dívidas atrasadas de estados e municípios.
Com a garantia da União, o risco da operação de crédito despenca. Na prática, o DF conseguiria pegar empréstimos maiores, com taxas de juros menores e condições fac…





