Itamaraty terá vagas inéditas para indígenas e quilombolas; veja como candidatos estão se preparando

Fonte original: G1 DF

Eliel Camlem, indígena do povo Xokleng Laklãnõ, fala sobre cota inédita no Itamaraty
As inscrições para o Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata (CACD) terminam na próxima quarta-feira (25). Pela primeira vez na história, o edital reserva vagas específicas para candidatos indígenas e quilombolas.
Ao todo, são 60 vagas para o Itamaraty, sendo duas destinadas a indígenas e uma a quilombola. Além disso, três postos são para pessoas com deficiência e 15 a pessoas pretas e pardas. O salário inicial é de R$ 22.558.
🔎 Segundo o edital, pessoa indígena é aquela que se identifica como parte de uma coletividade indígena e é reconhecida pelos membros como tal, independentemente de viver em território indígena.
🔎Já para os candidatos quilombolas, a definição é de pessoa pertencente a grupo étnico-racial, segundo critérios como trajetória histórica própria, dotado de relações territoriais específicas, com presunção de ancestralidade preta ou parda.
Segundo a ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, a criação das vagas é resultado de um processo articulado dentro do governo federal.
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De acordo com ela, um dos fatores foi a renovação e ampliação da Lei de Cotas, que passou a prever a presença de indígenas em concursos públicos. O outro foi o programa Kuntari Katu, criado em 2024 em parceria com o Ministério das Relações Exteriores (MRE) e o Ministério do Meio Ambiente (MMA), v…

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