Rota do dinheiro: entenda a triangulação entre fundos, resort e empresa da família Toffoli

Fonte original: G1 Política

Entenda a triangulação entre fundos investigados e o resort da família Toffoli
A teia que envolve o banco Master ganhou contornos mais nítidos com a compreensão da rota do dinheiro que abasteceu o Resort Tayayá, no Paraná.
No centro da polêmica está a empresa Maridt, da qual o ministro Dias Toffoli revelou ser sócio, que recebeu milhões de um fundo de investimento ligado a outro fundo, cujo cotista único era Fabiano Zettel, cunhado de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.
A Maridt, que é administrada pelos irmãos de Toffoli, foi fundada em 2020. Em dezembro daquele ano, tornou-se sócia do Resort Tayayá e permaneceu nessa condição até fevereiro de 2025.
Em setembro de 2021, essa empresa recebeu R$ 3,1 milhões de um fundo de investimentos chamado Arleen quando vendeu uma parte que tinha no Resort Tayayá, segundo registro na Junta Comercial do Paraná.
O fundo Arleen, que comprou a parte da Maridt no Tayayá, investiu ao todo R$ 20,7 milhões nas empresas responsáveis pelo empreendimento, a DGEP e a Tayayá, de acordo com dados da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
Esse fundo, por sua vez, recebeu R$ 19,9 milhões de um outro fundo, chamado Leal, cujo único dono é Zettel, o cunhado de Vorcaro.
Sobre a venda da participação do resort ao fundo Arleen, Toffoli alegou não saber quem estava por trás do negócio. O ministro é o relator do caso Master, no STF.
O principal cotista do fundo Arleen é justamente o fundo Leal, de Zettel. E ambos são geridos pela Reag.
A Reag Investiment…

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