Fonte original: G1 DF
Pedro Turra, em vídeo divulgado pela defesa
Arquivo pessoal/Reprodução
“Se tivessem olhado com atenção para o caso do meu filho, talvez esse outro filho estivesse vivo”, disse Amanda Azevedo ao g1.
A reflexão é da mãe do jovem de 18 anos que denunciou ter sido agredido pelo piloto Pedro Arthur Turra Basso em uma praça de Águas Claras, em junho de 2025 — seis meses antes da morte de Rodrigo Castanheira, vítima de uma briga em Vicente Pires.
A mulher enviou ao g1 uma carta direcionada ao adolescente, que passou 16 dias em coma.
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O caso do filho dela foi um dos três que vieram à tona depois da repercussão das agressões contra Rodrigo. Para a Polícia Civil do DF, o jovem contou que foi abordado por Pedro, acompanhado de quatro amigos, e levou socos no rosto e nas costelas, além de um “mata-leão”.
“Dois carros se aproximaram, e cinco homens saltaram, pegando-o de surpresa. […] Houve uma discussão e, em um suposto ato de pacificação, apertaram a mão dele. […] Mas, ao virar de costas, meu filho levou um soco, foi derrubado no chão e foi covardemente agredido. Quatro homens protegiam o agressor”, narrou a mãe.
À época, a vítima registrou ocorrência na 21ª Delegacia de Policia. Mas, segundo a mãe, a família não foi mais chamada para prestar depoimento nos meses seguintes.
“Meu filho registrou boletim de ocorrência e realizou tomografias que, graças a Deus, não apontaram nada grave. Ainda assim, eu não dormia todas as…




