Parlamentares e relator da reforma administrativa criticam dispositivo 'fura-teto' para servidores

Fonte original: G1 Política

Apesar de aprovado com ampla maioria no Congresso Nacional, a proposta que reajusta o salário dos servidores da Câmara dos Deputados e do Senado foi criticada por parte dos parlamentares por permitir um pagamento extra-teto aos funcionários das duas Casas.
O texto cria uma licença compensatória, mas permite que o servidor faça a opção por receber em dinheiro.
Essa “indenização”, que conforme a proposta serve para “compensar o desempenho e o acúmulo de múltiplas atribuições”, não contaria no teto constitucional — que equivale ao salário de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), atualmente fixado em R$ 46.366.
A bancada do Psol votou a favor do reajuste, mas anunciou que votaria contra o dispositivo que permitia o pagamento fora do teto para funcionários. O partido tentou retirar a previsão do texto, por meio de um destaque, mas acabou derrotado (leia mais abaixo).
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“É preciso que fique claro que nossa posição foi favorável ao projeto de recomposição salarial dos servidores, mas contrária aos mecanismos que permitirão driblar o teto remuneratório e favorecer supersalários, o que deveria ser seguido por todos os entes da administração pública”, afirmou o líder da bancada do Psol na Câmara, Tarcísio Motta (Psol-RJ).
Durante a votação, outros parlamentares também se posicionaram contra a proposição.
A bancada do partido Novo votou contra ambos os projetos. Durante a sessão, a deputada federal Adriana Ventura (Novo-SP) criticou a rap…

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