Prisão de ex-presidente da Rioprevidência amplia lista de crimes investigados no caso Master

Fonte original: G1 Política

A prisão de Deivis Marcon Antunes, ex-presidente da Rioprevidência, em uma estrada no interior do Rio de Janeiro, após ação conjunta das polícias Federal e Rodoviária Federal, tem um efeito na “teia criminal”, os diferentes delitos sob suspeita e em investigação pela Polícia Federal (PF) no âmbito do caso Master.
A prisão do ex-número 1 do instituto previdenciário fluminense em decorrência de um aporte sob suspeita de quase R$ 1 bilhão, usado na compra de letras financeiras do banco de Daniel Vorcaro, foi determinada pela Justiça Federal do Rio de Janeiro – e não pelo ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF).
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Os investigadores apuram crime de obstrução de investigação e a prática, em tese, da ocultação de provas.
👉 O crime de obstrução de investigação, previsto na Lei de Organizações Criminosas, prevê uma pena de 3 a 8 anos de prisão e multa.
Letras financeiras são títulos de investimento de alto risco que não contam com a cobertura do fundo garantidor de crédito.
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