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Mortes no Hospital Anchieta: família de vítima desconfiou de erro médico; 'Todo mundo achou estranho', diz filha

Fonte original: G1 DF

Três técnicos de enfermagem são presos por provocarem a morte de pacientes na UTI do Hospital Anchieta
A família de um dos pacientes que podem ter sido assassinados no hospital Anchieta em Taguatinga, no Distrito Federal, afirmou à TV Globo que já tinha desconfiado das circunstâncias da morte da vítima.
João Clemente Pereira tinha 63 anos, morava no Riacho Fundo I e era servidor da Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb).
Ele deu entrada no hospital Anchieta em 4 de novembro com tonturas e precisou drenar um coágulo na cabeça. Teve complicações respiratórias, passou por uma traqueotomia e foi para a UTI para se recuperar.
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Segundo a família, o quadro de saúde vinha melhorando. Mas em 17 de novembro, 13 dias após chegar ao hospital, João teve uma parada cardíaca e morreu na UTI.
“Todo mundo achou estranho porque ele entrou com um problema na cabeça, não era nada no coração. Ele fazia acompanhamento médico, então a gente sabia que não tinha nada que justificasse uma parada cardíaca”, afirma a filha de João, Valéria Pereira.
“Eu cheguei a pedir o prontuário ao hospital antes de saber de tudo isso. Porque a gente desconfiou até que poderia ter tido um erro médico, mas nunca que a gente imaginou que seria algo nessa proporção”, afirma.
João Clemente Pereira, de 63 anos
Arquivo Pessoal/Reprodução
Três mortes suspeitas
O caso de João Clemente é uma das três mortes no hospital Anchieta alvos de uma investigação inte…

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