Fonte original: G1 DF
Kelvin Barros da Silva, de 21 anos, suspeito de matar militar e iniciar incêndio em quartel no DF
Reprodução
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) deverá decidir em qual ramo do Judiciário será julgado o ex-soldado Kelvin Barros da Silva, acusado de matar a cabo Maria de Lourdes Freire Matos, de 25 anos, dentro de um quartel, em Brasília.
O crime aconteceu em dezembro de 2025, no 1º Regimento de Cavalaria de Guardas (1º RCG).
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O caso envolve um conflito entre a Justiça Militar da União e a Justiça comum do Distrito Federal. As duas se declararam competentes para julgar o crime, o que levou a Justiça Militar a levar a discussão ao STJ.
Para a Justiça Militar da União, o caso deve ser julgado na Justiça Militar porque o crime aconteceu dentro de uma área do Exército e envolveu dois militares da ativa em serviço.
Além disso, a existência de dois processos sobre o mesmo fato teria causado atrasos na investigação, principalmente por dificuldades no compartilhamento de laudos periciais, que segundo a Justiça Militar, ainda não foram integralmente encaminhados.
Soldado confessa matar militar e iniciar incêndio em quartel do Exército no DF
Já a Justiça Comum do DF, por meio do Tribunal do Júri de Brasília, também recebeu a denúncia apresentada pelo Ministério Público e se declarou competente para analisar o caso.
Segundo a decisão do último dia 7, o caso deveria ser julgado pela Justiça Comum já que a vítima e o réu, amb…





