Fonte original: G1 Política
Nos três anos do 8 de janeiro, o Supremo Tribunal Federal (STF) promove uma série de ações para marcar a data. O objetivo da programação é reforçar o compromisso com a democracia no país.
Na abertura da exposição “8 de janeiro: Mãos da Reconstrução”, no Espaço do Servidor na sede do tribunal, o presidente da Corte, Edson Fachin, afirmou que o episódio “foi um ato premeditado, pautado pela negação do diálogo”.
“O dever desta Corte, guardiã não apenas da Constituição, como também da memória institucional jurídica do país, é ir de encontro às palavras do nosso maior escritor, evitando que o tempo anestesie nossa sensibilidade e faça desaparecer não apenas a memória do malfeito praticado, mas de quem se levantou contra ele”, prosseguiu.
Na ocasião, ele também saudou o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski — que deve deixar o governo ainda este mês — e o advogado-geral da União, Jorge Messias, pelos serviços prestados.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Messias foi indicado para ocupar a vaga no Supremo deixada pelo ministro Luís Roberto Barros, que anunciou sua aposentadoria em outubro do ano passado.
Depois do recesso, o tribunal retoma o julgamento das ações penais contra envolvidos na invasão e depredação das sedes dos Três Poderes.
Foram abertos no Supremo, ao todo, 1.734 processos sobre os atos de 8 de janeiro. Eles partiram de denúncias da Procuradoria-Geral da República (PRG), que apontou crimes como:
organização criminosa;
golpe de Estado;
abolição violenta …





