Fonte original: G1 Política
Flávio Bolsonaro trava Tarcísio e ajuda Lula ao não herdar força total do pai nas eleições de 2026
O ano que começa para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a partir desta semana — quando ele volta das férias no Rio de Janeiro — traz desafios que vão além da tentativa de se reeleger para o quarto mandato na Presidência.
Lula tem pela frente, por exemplo, problemas históricos da sociedade brasileira, como a violência urbana e os altos juros na economia.
Além disso, vai ter que encarar o ano eleitoral com um Congresso, senão hostil, pelo menos resistente ao Palácio do Planalto. O cenário também é desafiador na busca por eleger para o PT, seu partido, o maior número possível de governadores, senadores e deputados, em meio a um eleitorado dividido entre o conservadorismo da oposição e o programa mais progressista que Lula representa.
Outros temas na agenda são:
saída de ministros para disputa eleitoral;
indicação de Messias para o STF;
crime organizado;
relação com Donald Trump;
projeto de anistia e PL da dosimetria;
crescimento da economia, dívida pública.
Saída de ministros
Na retomada da agenda oficial, Lula deve se reunir individualmente com ministros que vão sair do governo para disputar a eleição.
Ao menos 20 ministros devem deixar o cargo até abril de 2026 – período para desincompatibilização, como manda e lei. Entre eles, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.
A vontade do presidente é que Haddad dispute o governo do estado de São Paulo. Para Lula, é im…





