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Nova suspeita de fraude do Banco Master envolve fundos da Reag, alvo da operação Carbono Oculto

Fonte original: G1 Política

A nova suspeita de fraude praticada pelo Banco Master envolve o uso de fundos da Reag DTVM, empresa do setor financeiro alvo da operação Carbono Oculto, que investiga a máfia dos combustíveis e ligações com o Primeiro Comando da Capital (PCC).
Essa suspeita de crime foi enviada no dia 17 de novembro último pelo Banco Central (BC) ao Ministério Público Federal (MPF) pode envolver R$ 11,5 bilhões.
Esses fundos, segundo a investigação do BC e repassada ao MPF, teriam sido utilizados para fazer aportes de capital no Banco Master para garantir a manutenção do seu funcionamento nos últimos meses deste ano.
Só que o BC tem elementos indicando que esses recursos estavam vinculados a ativos de baixa liquidez e que, na verdade, valiam muito menos do que o valor em que foram transacionados. Ou seja, não valiam o que estava registrado nas operações.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
As operações, segundo as investigações de técnicos do Banco Central repassadas ao Ministério Público Federal, seguiam basicamente o seguinte modelo:
o Banco Master fazia um empréstimo a uma empresa;
essa empresa aplicava o dinheiro em fundos;
o primeiro fundo comprava alguns ativos, como títulos, de baixíssima liquidez e com valor sobrevalorizado;
um título que valia R$ 100 era vendido por R$ 1.000, num exemplo hipotético.
Nessa escala de operações, as empresas, ligadas a Vorcaro ou de pessoas de sua confiança, usavam fundos administrados pela Reag, que foi alvo da investigação da operação Carbon…

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