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Projeto da UnB usa 'armadilhas' que transformam o Aedes aegypti em vetor do próprio veneno

Fonte original: G1 DF

Projeto da UnB usa ‘armadilhas’ que transformam o Aedes aegypti em vetor do próprio veneno
Um projeto da Universidade de Brasília (UnB) tem obtido resultados promissores ao usar uma nova “arma” no combate ao Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya.
Em parceria com estudantes, o professor Rodrigo Gurgel, da Faculdade de Medicina, implementou no campus as chamadas Estações Disseminadoras de Larvicidas (EDLs) – que transformam o próprio mosquito em um agente de combate à sua espécie.
A técnica, desenvolvida por pesquisadores de Manaus (AM), usa o comportamento natural do inseto para espalhar um larvicida em pó por diferentes criadouros.
Projeto da UnB usa ‘armadilhas’ que transformam o Aedes aegypti em vetor do próprio veneno
TV Globo/Reprodução
Como funciona a ‘armadilha’?
A EDL é um dispositivo simples e engenhoso: um pote preto, com água no fundo e as paredes internas impregnadas com um larvicida em pó (DBF).
O mecanismo funciona em etapas:
A fêmea do Aedes aegypti, que busca locais com água parada para depositar seus ovos, é atraída pela cor escura e pela água dentro do pote.
Ao pousar na parede interna da estação, o mosquito tem suas patas e corpo impregnados com o pó do larvicida.
Quando levanta voo para procurar outros criadouros, o mosquito carrega o veneno consigo, ‘contaminando’ outros locais com água parada.
O larvicida impede que as larvas se desenvolvam e cheguem à fase adulta, interrompendo o ciclo de vida do vetor e, consequentem…

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