O Globo , com agências internacionais
O TSJ, a mais alta instância judicial do país, declarou rejeitou por unanimidade os 10 recursos interpostos para anular as votações de 14 de abril. Em sua argumentação, a corte afirmou que não foram explicados detalhes sobre as supostas irregularidades denunciadas pela oposição.
– É inadmissível o recurso contencioso eleitoral uma vez que a parte reclamante não mencionou como solicita a impugnação e nem entregou documentos indispensáveis – disse a presidente do TSJ, Gladys Gutierrez.
Após a eleição de abril, antecipada pela morte de Hugo Chávez, ao menos oito pessoas morreram em episódios de violência relacionados à política. Apesar das alegações de fraude lançadas pela oposição, o clima se acalmou e Maduro assumiu o comando do país.
No entanto, a inflação elevada, a desaceleração econômica e a criminalidade que não dão trégua aos 29 milhões de venezuelanos têm minando os quase quatro meses de Maduro no poder. Antes do anúncio do TSJ, Capriles, que é governador do Estado de Miranda, disse na terça-feira que não iria esperar mais pela resposta do tribunal e que levaria sua reclamação a organismos internacionais.
– Senhores juízes, os senhores deixaram sem defesa mais da metade dos venezuelanos. Não permitiram o acesso aos arquivos. Não vamos mais esperar pelos senhores. Esse é o tribunal do governo, mas nós temos o direito de acudir a organismos internacionais – disse ele em seu programa semanal na internet.
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