O Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferroviárias da Zona Central do Brasil afirma que a greve dos ferroviários da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) deflagrada nesta terça-feira (4/8) ocorreu por falta de garantia formal da manutenção de seus empregos por parte do governo do estado de São Paulo.
Em nota, o sindicato informou que tentou negociar durante a reunião realizada nessa segunda-feira (3/8) com representantes do governo estadual. “Não houve garantia formal de manutenção dos empregos dos trabalhadores da CPTM diante do processo de concessão das linhas ferroviárias. Sem esse compromisso formal, a categoria decidiu manter a greve como forma de defender os postos de trabalho e o futuro de milhares de famílias”.
9 imagensFechar modal.1 de 9Greve dos ferroviários da CPTM na manhã desta terça-feira (4/8) afetou as Linhas 11, 12 e 13Leonardo Amaro/Metrópoles2 de 9Plataforma da Linha 11 na estação Barra Funda em manhã de greve da CPTMEnzo Marcus/Metrópoles3 de 9Por volta das 6h, a Linha 11-Coral circulava de forma parcial entre as estações Barra Funda e GuaianasesLeonardo Amaro/Metrópoles4 de 9Linhas 12-Safira e 13-Jade estão fora de operaçãoLeonardo Amaro/Metrópoles5 de 9Por causa da paralisação, o rodízio de veículos em São Paulo foi suspensoLeonardo Amaro/Metrópoles6 de 9Entre as reivindicações da categoria, estão a reestatização das linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade, concedidas à Trivia Trens, a garantia de todos os empregos na CPTM e a aprovação do Projeto de Lei (PL) nº 730/2025 na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), com o apoio do governo. Leonardo Amaro/Metrópoles7 de 9Baldeação na estação Brás durante a manhã de greve da CPTMEnzo Marcus/Metrópoles8 de 9Trem da Linha 12-Safira parado na estação Brás em dia de greve da CPTMEnzo Marcus/Metrópoles9 de 9Estação Barra Funda: acesso ao Expresso Aeroporto fechado em manhã de greve da CPTMEnzo Marcus/Metrópoles
“A greve é a última medida a ser usada pelos Trabalhadores(as), que seguem unidos na defesa dos empregos, da valorização profissional e da continuidade de um serviço ferroviário de qualidade para a população paulista. O Sindicato reafirma que permanece aberto ao diálogo e espera que o Governo apresente, com urgência, uma proposta concreta que garanta a preservação dos postos de trabalho e permita o encerramento do movimento paredista”. informou a categoria em nota.
A greve da CPTM nesta terça (4/8) atinge as Linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade, que transportam cerca de 850 mil passageiros diariamente. Por volta das 6h, apenas a Linha 11 (Estudantes-Barra Funda) operava de maneira parcial entre as estações Barra Funda e Guaianases.




