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Após reduzir quase meio metro em um mês, Rio Acre fica a 81cm da menor cota histórica na capital

Governo decreta situação emergencial em todo estado por conta da estiagem
O Rio Acre segue refletindo os efeitos da estiagem que predomina durante o chamado verão amazônico na capital. No mês de julho, o nível reduziu 40 centímetros, entrando na faixa dos dois metros na qual permanece até o início de agosto.
Conforme o monitoramento da Defesa Civil de Rio Branco, o manancial estava com 2,58 metros no dia 1º do mês passado. No último dia 1º, a medição chegou a 2,18 metros.
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Já nesta segunda-feira (3), a medição ficou em 2,06 metros, a menor marca do ano. Os três primeiros dias de agosto acumulam queda de 12 centímetros e aproximam o manancial da menor cota histórica, de 1,25 metro, de setembro de 2024.
Os índices, divulgados diariamente pelo órgão, apontam que o rio teve redução de nível na maior parte da primeira quinzena de julho e só voltou a subir no dia 14 daquele mês: de 2,25 metros, no dia 13, para 2,27 metros na data seguinte.

Contudo, apenas 10,4mm foram registrados, valor que corresponde a apenas 35,3% da média histórica.
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Segundo o levantamento da instituição, nos primeiros 25 dias de julho não houve registro de chuva em Rio Branco. O primeiro acumulado do mês foi registrado apenas no domingo (26), quando choveu 8,4 milímetros. Já nos dias seguintes, não houve novos registros.
"O nosso trabalho tem sido com abastecimento de água, por isso, nós usamos caminhão-pipa para abastecer comunidades ao redor da capital. Além disso, estamos fazendo levantamento de perdas e buscando recurso de ajuda humanitária para conseguir alimentação para os afetados", explicou Falcão.
Emergência por seca
Diante do agravamento da estiagem, o governo do Acre decretou situação de emergência em todo o estado por causa da seca extrema. A medida foi assinada pela governadora Mailza Assis (PP) e publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) desta segunda-feira (3).
O decreto permite que o poder público possa adotar medidas excepcionais para minimizar os impactos da seca, que afeta o abastecimento de água, a navegação em rios e igarapés e aumenta o risco de queimadas em diversas regiões do estado.
A medida estabelece ainda que a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil (CEPDC) deve ficar responsável por coordenar as ações de enfrentamento de emergência. Entre as medidas previstas estão:
Confira nesta matéria as medidas previstas no documento
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