Ex-gestores da Aleto são condenados em investigação sobre esquema de contratação fantasma
A Justiça do Tocantins condenou três ex-servidores da Assembleia Legislativa (Aleto) por improbidade administrativa em um esquema envolvendo 'funcionário fantasma'. Segundo a sentença, à qual o g1 teve acesso, o esquema causou um prejuízo de mais de R$ 173 mil aos cofres públicos. O processo ainda cabe recurso.
Foram condenados o ex-diretor-geral, Antônio Ianowich Filho, o ex-coordenador de almoxarifado, Flávio Negreiros Alves, e o ex-diretor de modernização tecnológica, Danilo Parente Barros.
A decisão é assinada pelo juiz Roniclay Alves de Morais da 1ª Vara da Fazenda e Registros Públicos de Palmas, na última terça-feira (28). O documento confirma as irregularidades apontadas nas investigações em curso há nove anos.
Segundo a decisão, eles deverão ressarcir o dano de R$ 173.054,72 aos cofres públicos, devido ao prejuízo causado. Além disso, deverão pagar, cada um, uma multa civil no mesmo valor.
Em 2019, a Justiça já havia determinado o bloqueio de quase R$ 700 mil das contas dos envolvidos como medida cautelar. A medida cautelar foi solicitada pelo Ministério Público para garantir que, em caso de condenação, houvesse recursos suficientes para ressarcir o prejuízo causado aos cofres da Assembleia Legislativa.




