"A hipótese acusatória não se sustenta. Imagens da COP são apenas um recorte acerca dos fatos e estão sujeitas a diversos vieses cognitivos", disse Wanderley sobre a defesa de seus clientes. "A defesa demonstrará a legitimidade na atuação policial."
'Vieram na maldade', diz pai
Área próximo à favela de Paraisópolis em que grupos atacaram motoristas na noite de quinta-feira (10)
Reprodução/TV Globo
"A gente busca justiça porque entendemos que foi uma execução. Não somos contra a PM. Esses PMs, no caso, acabaram manchando nome da corporação porque se excederam", disse o advogado Jonatha Carvalho, que atua no caso ao lado da advogada Gabriela Amoras Silva.
Eles defendem os interesses da família de Igor e atuam como assistentes da acusação.
"O que mais me dói é que meu filho ficou agonizando e deixaram-no morrer de olhos e boca abertos", disse Magdo de Moraes Santos, pai de Igor, ao g1. "Vieram na maldade."
Igor deixou uma filha de 5 anos.





