Naquele ano, passaram pelo palco famosos como Capital Inicial, Raimundos, Os Paralamas do Sucesso, Alceu Valença e Natiruts.
"Logo de cara, o que me apaixonou nos dois primeiros anos foi o line-up, sem dúvida. Consegui ver pela primeira vez várias bandas que ouvia desde criança", relata.
O encanto pelo festival fez o designer gráfico mobilizar outras companhias na época. Ele organizou viagens e levou amigos de Presidente Prudente para Ribeirão Preto.
Com o passar do tempo, o evento ganhou um novo significado. A experiência focada em curtir os próprios ídolos deu espaço à vontade de agregar a família.
"No começo foi o line-up totalmente. Hoje é mais essa possibilidade de compartilhar ótimos momentos com pessoas queridas", avalia Bruno.
O designer gráfico Bruno Coser, de 27 anos, frequenta o festival João Rock, em Ribeirão Preto (SP), desde a edição de 2019
Arquivo pessoal
Pai reviveu a infância e chorou em show 🥹
A bagagem musical construída em conjunto foi o combustível necessário para Bruno levar o pai ao festival. Na edição de 2024, eles viajaram juntos para Ribeirão Preto.





