Adhanom reforçou que a Fiocruz entendeu que a importância da interseção de ciência, serviço público e justiça social.
Durante a cerimônia, foi exibido um vídeo em que o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, fez uma homenagem a Adhanom.
Padilha destacou que o diretor-geral da OMS cita frequentemente o SUS, o esforço brasileiro e a Fiocruz como referência mundial de sistema universal, demonstrando que políticas públicas financiadas pelo Estado podem ser sustentáveis, eficientes, inclusivas.
O ministro também afirmou que há muito o que reconhecer e agradecer em relação à gestão de Adhanom à Frente de OMS, durante a pandemia de Covid-19. “Tedros tem sido um grande defensor da saúde pública universal e do acesso equitativo às vacinas, enfrentando o negacionismo e mobilizando a comunidade internacional para ampliar a proteção dos países de baixa renda”, afirmou.
Padilha reforço ainda que Adhanom promoveu a profunda modernização da OMS. Graças ao seu compromisso com a equidade, cerca de 60% dos cargos da alta direção dessa instituição passaram a ser ocupados por mulheres, disse o ministro.





