Débora Rodrigues dos Santos é ré no STF por crimes como associação criminosa armada e golpe de Estado
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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu cinco dias para que a Secretaria de Administração Penitenciária de São Paulo (SAP) esclareça se as supostas violações identificadas no monitoramento eletrônico de Débora Rodrigues dos Santos, conhecida como "Débora do Batom", decorreram de falha operacional ou de descumprimento da medida cautelar e, em caso de erro, adote as providências para corrigir a irregularidade.
Débora foi condenada a 14 anos de prisão pelos crimes de abolição violenta do Estado democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, deterioração do patrimônio tombado e associação criminosa armada. Segundo a PF, foi ela quem pichou a frase "Perdeu, mané" na estátua "A Justiça", que fica em frente ao edifício da Suprema Corte, durante os atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023.
Na decisão, Moraes determinou que o Núcleo de Monitoramento de Pessoas apresente as informações sobre o monitoramento.
Em setembro, após condenação em definitivo, o ministro Alexandre de Moraes manteve o direito à prisão domiciliar.
Por maioria, STF condena Débora Rodrigues, que pichou estátua no 8/1, a 14 anos de prisão





