A peça foi levada por catadores e, posteriormente, vendida ao ferro-velho de Devair Alves Ferreira. Em 24 de setembro daquele ano, Ivo Alves Ferreira, pai de Leide, levou fragmentos da substância radioativa para a casa da família. A menina teve contato direto com o material e ingeriu partículas radioativas.
Leide morreu em 23 de outubro de 1987, aos 6 anos, em decorrência da síndrome aguda da radiação. O acidente é considerado o maior acidente radiológico do Brasil.
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