O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban, afirmou nesta quinta-feira (23/7), que é preciso ter cautela com relação ao uso da Lei da Reciprocidade.
Para ele, essa decisão deve ser criteriosa e técnica, com todos os impactos econômicos mapeados.
“O que nós não queremos criar é decisões precipitadas que possam provocar mais problemas do que soluções. Você acionar [a Lei da Reciprocidade], não significa agir. É essa a minha leitura”. disse após se reunir com o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC), Márcio Elias Rosa, para tratar sobre as taxas impostas pelo governo dos Estados Unidos.
A Lei da Reciprocidade permite ao Brasil adotar medidas equivalentes contra países que imponham barreiras unilaterais a produtos nacionais.





