Aroldo Félix é o quarto pré-candidato ao governo da Bahia entrevistado no programa Resenha das 7, da Bahia FM
Rede Bahia
O pré-candidato ao governo da Bahia pelo partido UP, Aroldo Félix, foi entrevistado na manhã desta quinta-feira (23) no programa Resenha das 7, da rádio Bahia FM. Ele prometeu implementar creches nos municípios e um programa de reeducação policial.
Confira a página das eleições na Bahia 2026
Na pasta da educação, o pré-candidato quer implementar creches nos municípios para auxiliar as mães que precisam se dividir entre o trabalho e os cuidados com os filhos. Ele também pretende inaugurar mais unidades escolares e aumentar a oferta do ensino de tempo integral.
Outro ponto observado por Aroldo Félix é a quantidade de professores nas unidades escolares. Segundo ele, há falta de profissionais, principalmente nas áreas da filosofia e sociologia, o que causa desmotivação nos estudantes.
"Precisamos garantir as todas as 12 matérias obrigatórias, porque hoje o que vemos é o esvaziamento do conteúdo. Os estudantes desistem, porque não tem professor, não conseguem cumprir o cronograma previsto", afirmou.
Agora no g1
No âmbito da segurança pública, o pré-candidato destacou que é necessário trabalhar em duas frentes: o combate ao crime organizado e a reeducação policial. Segundo Aroldo Félix, é preciso investir na inteligência policial e nas parcerias entre a Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal para desarticular facções criminosas no estado.
O outro desafio é diminuir a letalidade policial, que tem como principal vítima jovens negros da periferia. Para o pré-candidato, essa mudança pode ser feita através da reeducação.
"Nossa proposta é fazer um processo de reeducação desses policiais. Ou seja, nós não vamos contratar novos policiais que não passarem por um processo de educação contra letalidade. É preciso ter uma educação antirracista, uma educação de combate ao feminicídio", afirmou.
Questionado sobre as suas principais promessas de governo, o candidato afirmou que quer combater o desemprego, melhorar a educação do estado, zerar a fila da regulação e combater a fome.





