A mulher afirmou que mantinha uma relação próxima com o religioso, a quem chamava de “padinho”, e que frequentava retiros espirituais organizados por ele desde 2019, em uma fazenda localizada em Arcoverde, no Sertão do estado. Ela relatou ter participado de diversos encontros religiosos antes do episódio denunciado.
Ela contou que, durante um desses retiros, foi chamada pelo padre para ir a uma pequena casa isolada, a que a mulher se refere como “casinha”, onde ficavam os aposentos do padre. Foi nesse dia, 18 de agosto de 2022, que o estupro teria acontecido, segundo Sílvia Tavares (veja vídeo acima).
Na “casinha”, o padre teria pedido que ela fizesse uma massagem nele e mandado outro homem, o motorista, estuprá-la enquanto ele assistia e se masturbava, ainda de acordo com a mulher.
O crime de estupro, segundo a mulher, foi praticado a mando do padre, por um motorista dele, chamado Jailson Leonardo da Silva. O padre Airton Freire nega as acusações.
Veja como é a casa de taipa onde Silvia Tavares diz ter sido atacada pelo motorista e o padre





