Para conquistar a confiança das vítimas, ele se apresentava falsamente como juiz federal ou juiz estadual e usava codinomes falsos.
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As investigações apontaram que, depois de estabelecer contato, marcava encontros presenciais para discutir a suposta compra do imóvel ou veículo.
Durante a conversa, o suspeito desviava o foco da negociação principal e apresentava uma oportunidade de aquisição de bens supostamente apreendidos em leilões da Receita Federal ou da Justiça Federal por valores muito abaixo do mercado.
Segundo a polícia, o produto mais frequentemente oferecido era o iPhone 17 Pro Max, anunciado pelo valor de R$ 1.998,00, preço incompatível com o mercado. Na loja oficial da Apple, por exemplo, o aparelho é vendido por R$ 11.499.
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