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Ronaldo Mansur defende lista tríplice da educação e realização de concursos públicos na Bahia

Ronaldo Mansur foi o segundo pré-candidato ao governo da Bahia entrevistado no programa Resenha das 7, da Bahia FM
Rede Bahia
O pré-candidato ao governo da Bahia pelo partido Psol, Ronaldo Mansur, foi entrevistado na manhã desta terça-feira (21) no programa Resenha das 7, da rádio Bahia FM. Ele apresentou projetos para a eleição do secretariado e para a realização de concursos públicos.
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O pré-candidato defende que os secretários de governo sejam eleitos, também, pelos profissionais relacionados a pasta. A escolha funcionaria da seguinte forma: os trabalhadores da área indicariam três nomes e, a partir disso, o governo escolheria um deles como secretário.
"Os profissionais da educação irão eleger três nomes e, dentre esses profissionais eleitos pelos professores, nós iremos escolher um. A indicação política de pessoas vazias, sem compromisso com educação, que veem a educação como mercadoria, vai deixar de existir", afirmou.
O pré-candidato ainda defendeu o fim de contratações via Regime Especial de Direito Administrativo (REDA) e a realização de concursos públicos na educação. Para ele, o REDA é um instrumento político que tem sido colocado a favor dos interesses da pasta.
Outra proposta defendida por Ronaldo Mansur está relacionada a presença das mulheres no governo. Ele quer que metade do secretariado seja composto por representantes femininas, com o objetivo de incentivar a inclusão das mulheres na política.
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No âmbito da segurança pública, o pré-candidato frisou que os governos anteriores não souberam lidar com o tema e, por isso, atualmente o estado da Bahia está dominado pelo crime organizado. Para ele, o problema não será resolvido apenas com investimentos em armamento e viaturas.
"A gente precisa melhorar as condições de trabalho dos trabalhadores da segurança pública, seja policial militar ou policial civil. No nosso governo, nós vamos trabalhar para que o crime organizado tenha o seu lugar, e esse lugar é na cadeia", afirmou.
Ronaldo Mansur ainda criticou as câmeras corporais dos funcionários da segurança pública, pois após quatro anos de governo elas não foram totalmente implementadas. Para ele, a tecnologia é importante para diminuir o índice de letalidade contra os policiais e também para garantir a segurança da população, que por vezes sofre com exageros nas abordagens policiais.

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